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COBRE

13.000 a.C

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O cobre é um dos metais mais antigos, empregado nas mais diversas formas, sempre se fez presente na evolução das civilizações e foi o primeiro a substituir a pedra, na confecção de armas, ferramentas de trabalho, entre outras.

A primeira era do cobre teve seu desenvolvimento marcante no Egito.

O cobre foi o primeiro metal utilizado pelo homem. Acredita-se que por volta de 13.000 a.C. ele foi encontrado na superfície da Terra em forma de cobre nativo, um metal puro em seu estado metálico.

3.800 a.C

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Há provas da exploração de minas na península do Sinai, que remontam ao reinado de Senefru (3.800 a.C.), e também, foram descobertos utensílios indicando que a extração do metal era bem definida.

A colonização da África e do Mediterrâneo, por parte do Egito, permitiu que nessas regiões se desenvolvesse o uso dos metais conhecidos em seus estados nativos, fundamentalmente o ouro e o cobre. A princípio eram extraídos de seus minérios, mas, logo passaram a ser utilizados em ligas, sendo a primeira que se tem notícia é a do cobre com o estanho (bronze), um feito de grande impacto.

Os primeiros artesãos do cobre descobriam que o metal podia ser facilmente malhado, laminando-o para posteriormente lhe dar outras formas.

Depois da introdução do bronze, também foi possível fundir uma grande variedade de peças.

6.500 anos

Os historiadores concordam que as primeiras descobertas importantes do cobre foram na área compreendida entre os rios Tigre e Eufrates, ao Norte do Golfo Pérsico. Nesta área, considerada como o lugar da primeira civilização do mundo, foram encontrados objetos de cobre de mais de 6.500 anos.

O cobre sempre desempenhou um papel predominante na evolução da humanidade, sendo utilizado em todas as fases das revoluções tecnológicas pelas quais o ser humano já passou.

O fato de se ter encontrado objetos de cobre tão antigos em diversos lugares do mundo é prova da importância das propriedades do metal: durabilidade, resistência à corrosão, maleabilidade, ductilidade e facilidade de manejo. Os Romanos designaram o cobre com o nome de “Aes Cyprium” (o metal de Cyprus), já que a Ilha de Cyprus (Chipre) foi uma das primeiras fontes do metal.

Com o tempo, o nome se transformou em Cyprium e depois em Cuprum, originando o símbolo químico “Cu”. Já o símbolo gráfico que identifica o cobre é uma forma modificada do antigo hieróglifo Ankh, usado pelos egípcios para representar a vida eterna. As minas de cobre mais importantes do mundo, estão localizadas no Chile, Estados Unidos, Canadá, Rússia e Zâmbia.

Século V e XVIII

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A propriedade do cobre, do bronze e do latão de resistir à corrosão fez com que estes metais permanecessem não apenas como decorativos, mas, também como funcionais durante a Idade Média (período compreendido entre os séculos V e XV) e nos sucessivos séculos, da Revolução Industrial (ocorreu na Inglaterra, no século XVIII (1780-1830) aos nossos dias.

Século XIX

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A Grã Bretanha foi o maior produtor de cobre do mundo, durante grande parte do século XIX (1801 a 1900), mas, a importância do metal motivou a abertura de novas minas em outros países, como os Estados Unidos, o Chile e a África. Assim, foram descobertos importantes usos para o cobre e as melhorias conquistadas na metalurgia permitiram a produção de várias ligas deste metal, ampliando seus campos de aplicação.
O cobre alcançou sua dimensão de metal imprescindível para o desenvolvimento industrial mundial em 1831, quando Michael Faraday transformou a energia mecânica em energia elétrica e a partir daí, a demanda pelo metal cresceu de forma considerável.
Em 1874, foi descoberta a mina Caraíba, no sertão da Bahia. Somente após 70 anos é que foram iniciados os trabalhos de percepção.

Século XX

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Em 1969, 25 anos mais tarde, o empresariado brasileiro, sob a liderança do Grupo Pignatari, estabeleceu uma planta de metalurgia em Dias D’Ávila (Bahia) para a produção de cobre eletrolítico, que começou a produção no início da década de 80.
No final da década, em 1988, ocorreu o desmembramento entre a mina e a planta de metalurgia, com a privatização desta última, que adotou o nome de Caraíba Metais.

Fonte: International Cooper Association Latin America

PRATA

A maior parte da prata é um subproduto da mineração de chumbo e está frequentemente associada ao cobre. Dentre os metais, é a que mais conduz corrente elétrica, superando o cobre.

A prata normalmente ocorre em forma compacta como pepitas ou grãos, embora possa também ser encontrada em agregados fibrosos, dendítricos (em forma de árvore). Quando recentemente minerada ou polida, ela possui uma cor branco-prata brilhante característica e um brilho metálico. Este metal é estável em ar puro e água, mas recobre-se de uma película de sulfeto de prata quando exposto ao ozônio, gás sulfídrico ou ar com enxofre. Por causa disso e do fato de que ela é muito maleável para ser usada em joalheria na sua forma pura, a prata é frequentemente ligada a outros metais, ou recebe uma camada de cobertura de ouro.

A prata é tóxica. No entanto, a maior parte dos seus sais não são venenosos devido as características de seus ânios. Estes compostos são absorvidos pelo corpo e permanecem no sangue até se depositarem nas membranas mucosas, formando uma película acinzentada. A intoxicação por prata chama-se argiria. Há contudo, outros compostos de prata, como o nitrato, que têm um efeito anti-séptico. Usam-se soluções de nitrato de prata no tratamento de irritações de membranas mucosas da boca e garganta. Algumas proteínas contendo prata são poderosos agentes anti-irritantes das membranas dos olhos, ouvido,nariz e garganta.

História

A prata tem sido utilizada por milênios na confecção de ornamentos e utensílios assim como no comércio como base de muitos sistemas monetários. Seu valor como metal precioso há muito foi considerado sendo superado somente pelo ouro. O síbolo químico AG provém da palavra em latim argentum (compare com a palavra grega άργυρος, árgyros), de raiz indo-européia *arg-, significando "branco" ou "brilhante". Mencionado no livro de gênesis, pilhas de escórias encontradas na Ásia Menor e em ilhas no Mar Egeu indicam que a prata tem sido separada do chumbo desde pelo menos o quarto milênio A.C. usando a mineração de superfície.

A estabilidade do sistema monetário romano foi baseado em uma grande quantidade de suprimentos de barras de prata que os mineradores romanos produziram em uma escala sem paralelo antes da descoberta do novo mundo. Alcançando um pico de produção de 200 t por ano, uma reserva estimada de 10.000 t de prata circulou na economia romana por volta do século II, quantidade cinco a dez vezes maior que a quantidade combinada de prata disponível durante a Idade Média européia e o califado Abássida por volta do ano de 800.

O Império Chinês utilizou a prata durante grande parte de sua história como um meio de câmbio. No século XIX, a ameaça ao balanço de pagamentos do Reino Unido para mercadores chineses demandando pagamento em prata pela troca por chá, seda e porcelana levou a gerra do òpio porque os britânicos tinham que encontrar um meio de realizar os pagamentos, e decidiram fazê-lo vendendo o ópio produzido nas colônias britânicas para a China.









Sob certas circunstâncias, o Islamismo permite ao muçulmano utilizar jóias de prata. O próprio Maomé utilizava um anel com sinete de prata.

Nas Américas, a tecnologia de copelação em alta temperatura do chumbo-prata foi desenvolvida por civilizações pré-Inca ainda por volta do Século I.

 Fonte: wikipédia

BRONZE

O bronze é um metal famoso e bastante utilizado na sociedade. Trata-se de uma liga metálica formada pela mistura de estanho e cobre. A sua cor dourada é largamente conhecida e, quando é exposto ao ar durante determinado período, forma-se uma camada escura, que é a oxidação dos metais que o compõe.

Começou a ser produzido a mais de 3.000 anos e essa fase ficou conhecida como a Idade do Bronze. Na época, a procura pelo cobre era enorme e já estava se tornando inviável. Por sorte, de forma acidental, misturam estanho com cobre tentando aumentar o volume do cobre. E eis que a mistura resultou no bronze.

E o surgimento do Bronze foi muito positivo, pois o metal era mais flexível e macio, podendo ainda os seus restos serem reaproveitados na produção de diversas peças.

Grécia, Egito e Babilônia foram os representantes das civilizações antigas que mais utilizaram o Bronze. E o seu uso só cresceu com o passar dos anos, em especial porque conferia beleza e maior resistência às peças produzidas.

Esculturas, joias, armas e diversos utensílios são alguns exemplos de produções à base de cobre.

Principais utilizações do Bronze

 O Bronze é largamente utilizado na sociedade. Confira alguns usos e perceba a sua importância.

 

1 – Indústria – ferramentas, parafusos, revestimentos de motores, aparelhos elétricos, equipamentos para usinas, conexões hidráulicas, entre outros.

 

2 – Artes Plásticas – os povos da Grécia Antiga e do Egito utilizaram, em larga escala, o Bronze em suas criações. E até hoje o mundo das Artes tem no Bronze um dos seus materiais preferidos.

 

3 – Música – o Bronze tem muito destaque no meio da música. É bastante utilizado na fabricação de instrumentos musicais, conferindo a ressonância necessária para uma excelente qualidade dos instrumentos.

 Fonte: www.dubronzemetais.com.br